In games, the simulation gap is precisely the site – or one site – of politics, because the abstraction of reality into model is where ‘speech’ resides. It is in this act of selection, where the game defines what’s relevant and irrelevant, that politics happens, and this gap which developers must wield, place, and make their own. George Box said, “All models are wrong, but some are useful”. Some are also beautiful, or surprising, or provocative – but all are political.

John Brindle in Fuck the holodeck

It’s called stealing or piracy, as if sharing a wealth of knowledge were the moral equivalent of plundering a ship and murdering its crew. But sharing isn’t immoral — it’s a moral imperative. Only those blinded by greed would refuse to let a friend make a copy.

pastebin.com/cefxMVAy

Developers are also the only group where they are asked to do something which has never been done before, and tell someone else how long it will take before they even know what actually needs to be done.

Devdas Baghat em Why are software development task estimations regularly off by a factor of 2-3?

(Source: quora.com)

Choose a license. This is a complicated topic, fraught with politics and peril. If you wish to release your software as open source, I humbly offer five pieces of advice:
1. Don’t write your own license.
2. Don’t write your own license.
3. Don’t write your own license.
4. It doesn’t need to be GPL, but it needs to be GPL-compatible.
5. Don’t write your own license.

Mark Pilgrim em Dive Into Python: Packaging Python libraries

(Source: diveintopython3.ep.io)

Não me pergunte isso. Se você me perguntar, eu não vou poder dizer que pode porque ninguém nunca me disse que era permitido deixar bicicleta aí. Eu vou dizer não pode porque todo mundo tem autorização para dizer não. Mas, se você simplesmente deixar aí sem me perguntar, eu não vou fazer nada a esse respeito até alguém me mandar fazer, o que provavelmente nem vai acontecer

Funcionário do prédio da Folha em Não Pergunte

(Source: mateipormenos.apostos.com)

New ideas, new technologies contain new freedoms —an expanded range for action. The more powerful a new technology, the greater the new freedoms. This expansion includes possible abuse as well. New technology provides new avenues for freely-chosen horror, as well as good. Present in every new technology the is the potential to make new mistakes. In fact, unless a powerful technology can be powerfully abused, it is not powerful.

Kevin Kelly em Expansion of Free Will

(Source: kk.org)

What the times call for is a collective hack that realizes a class interest based on an alignment of differences rather than a coercitive unity.

McKenzie Wark, A Hacker Manifesto, Harvard University Press, 2004. §006

A social network that lives up to its name would use language and the graph to bin subscriptions automatically into groups and offer me to name them. If it were to import data from LinkedIn or Xing, it would be able to name about 50% of them automatically. I mean - I am stripping naked in front of the entire world here, and you want me to sort people manually? Repeat after me: Fucking use the fucking data, dimwits.

Kristian Köhntopp em The unbearable lameness of web 2.0

(Source: blog.koehntopp.de)

Uma opinião que precisa silenciar outra para se afirmar corrói a si mesma. Já temos história suficiente para saber que o vício da intolerância não consegue apagar o intolerado - apenas desacredita o intolerante. É ele, não sua vítima, que perde autoridade.

Eugênio Bucci em O valor do pluralismo

(Source: estadao.com.br)

A começar pelo óbvio: não se trata de ser a favor do aborto. Ninguém é. O aborto é sempre a última saída para uma gravidez indesejada. Não é política de controle de natalidade. Não é curtição de adolescentes irresponsáveis, embora algumas vezes possa resultar disso. É uma escolha dramática para a mulher que engravida e se vê sem condições, psíquicas ou materiais, de assumir a maternidade. Se nenhuma mulher passa impune por uma decisão dessas, a culpa e a dor que ela sente com certeza são agravadas pela criminalização do procedimento. O tom acusador dos que se opõem à legalização impede que a sociedade brasileira crie alternativas éticas para que os casais possam ponderar melhor antes, e conviver depois, da decisão de interromper uma gestação indesejada ou impossível de ser levada a termo.

Maria Rita Kehl em Repulsa ao Sexo

(Source: estadao.com.br)

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